Projetos de incineração estão avançando em bairros periféricos como se fossem progresso. Na prática, significam mais poluição, mais gastos e menos emprego. Chegou a hora de barrar esse retrocesso e construir alternativas. Junte-se a nós e faça parte dessa virada.







Frente contra a Incineração
em São Mateus.




Incinerador de lixo
em Perus, não!


Joinville Lixo Zero




SOS BARUERI




Fumaça tóxica não é solução

Incineradores emitem substâncias altamente perigosas, como dioxinas, furanos e metais pesados, que se acumulam no corpo humano e causam câncer, problemas hormonais e respiratórios. E os filtros não eliminam totalmente esses poluentes. Respirar não pode ser um risco.




Nossa saúde está sob ataque

Essas usinas afetam diretamente a saúde de quem vive perto delas. Estudos apontam aumento de doenças pulmonares, má formação fetal e mortalidade infantil em áreas próximas a incineradores. Perus, Joinville, Barueri e São Mateus não podem ser cobaias desse modelo.




Contratos bilionários sem escutar ninguém

A Prefeitura de SP assinou contratos bilionários para construir incineradores sem participação da população.
A decisão foi tomada sem debate público, sem audiências, sem transparência. Isso fere o direito à cidade e ignora o direito à participação e a democracia.





O mundo avança, Brasil retrocede

Países como Alemanha, Áustria e Coreia do Sul já estão abandonando a queima de resíduos. A tendência global é na direção oposta da incineração: redução, reuso, reciclagem e compostagem. A incineração trava essas soluções e atrasa o desenvolvimento sustentável.




Queimar lixo sai caro e pesa no bolso do consumidor

Os incineradores custam até cinco vezes mais do que reciclar e compostar.
E até oito vezes mais do que gerar energia solar. Com muitos casos de falência financeira pelo mundo, esses custos acabam sendo repassados à população por meio de taxas mais altas de lixo e na conta da energia. Você quer pagar mais para adoecer?




Destrói a reciclagem e o trabalho de catadores

As usinas queimam justamente os materiais mais valiosos para reciclagem, como papel e plástico. Isso prejudica cooperativas e catadores, que perdem sua principal fonte de renda. A queima enfraquece a economia circular e exclui quem constrói soluções reais e sustentáveis.




Territórios já sobrecarregados pagam o preço

Grandes empreendimentos de resíduos costumam ser instalados em regiões que já convivem com poluição, falta de infraestrutura e desigualdade.
A incineração intensifica esse cenário, concentrando riscos ambientais e sanitários em comunidades vulnerabilizadas, aprofundando o racismo ambiental no país.




Energia suja, clima em risco

Os incineradores são falsamente chamados de "unidades de recuperação energética". Com baixa eficiência, essas plantas emitem CO₂, metano e outros gases de efeito estufa que agravam a crise climática. A incineração não é limpa e é uma armadilha disfarçada de solução.